os rataplãs dos tambores gratificam!

Junho 2, 2008

uma conquista para cada afeto

Arquivado em: generalidades — by caroline @ 2:23 pm

engraçado como existe uma tendência natural da vida de nos predispor desde pequenos ao que é fácil e cômodo.

a gente apre(e)nde nos livros de história que conquista é somente em casos de guerra, invasão, conflito, submissão e posse.

mas não é nada disso.

por exemplo, amores de família(s), namorado(s) e amigo(s), que a gente sempre acha que estão garantidos, até esses requerem um pouco da nossa dedicação e do nosso cuidado periódicos.

é preciso conquista para reafirmar cada afeto. confiança também é puramente conquista.

tenho pena daqueles que nunca enviaram uma carta, que nunca deram um presente sem motivo, que nunca ligaram apenas pra falar da saudade ou que simplesmente nunca foram capazes de surpeender…

Maio 28, 2008

aos três pescoçudos

Arquivado em: generalidades — by caroline @ 5:31 pm

estava eu navegando pacata e serenamente pela internet, quando tropeço nessa imagem dramática. o desenho lembra (nada remotamente) três amigos geminianos, que por acaso completam anos por esses dias. coincidência ou não (nada é coincidência), deixo aquele abraço aos companheiros pescoçudos: santa-clara-clareou, burgos e nêgovéio!

 

 

 

 

como ótimos exemplares do signo, aqui eles estão ansiosos para que chegue logo a hora de apagar as velinhas – e se tornarem os centros das atenções!

qual o seu nome? cristiane almeida.

Arquivado em: generalidades — by caroline @ 5:31 pm

quando alguém pergunta “qual o seu nome?”, sempre achei que responder com o sobrenome junto era “coisa de americano” (caipira), tipo: george w. bush, hillary clinton, barack obama – entre outros tantos menos famosos, como olivia ford, thomas friedman ou digamos maureen james.

pois eis que dia desses recebo email de uma amiga comentando que havia conhecido “cristiane almeida” num restaurante de poa, e que havia ficado impressionada. pensei: quem pode ser “cristiane almeida”, afinal? fiquei curiosíssima.

então, quase no final do texto ela revela que “cristiane almeida” era ninguém menos que uma criança gaúcha qualquer. uma criança que aprendeu com os pais (behavioristas, sem dúvida) a responder educadamente nome + sobrenome todas as vezes que lhe perguntassem (minha amiga fez o teste).

é óbvio que depois disso me juntei ao time dos impressionados, achando tudo aquilo profundamente patético, além de absurdo (cego e mudo, como diria outra amiga), foi então que lembrei de “sandra santiago”, também criança e amiga de uma priminha, que uma vez caiu na desgraça de nos visitar.

que tipo de pequenas anãs estão sendo criadas nos tempos atuais? que tipo de infância esses “pais de laboratório” querem dar a essas inocentes? já não basta o mundo? pois nem agora, convivendo com o âmago do mundo corporativo, respondo com meu sobrenome. me recuso. digo apenas meu apelido, bem mais sincero e pueril, como verdadeiras crianças que somos – e que devemos ser perenemente…

Maio 27, 2008

o mar quando quebra na praia é bonito

Arquivado em: generalidades — by caroline @ 8:39 pm

não sei se existe sensação mais agradável - e ao mesmo tempo mais inebriante - do que a de um banho de mar (não importa a temperatura da água).

quando emergimos daquele mergulho fundo e puxamos o ar a plenos pulmões, abrimos os olhos e testemunhamos felizes o milagre.

os pés descalços enfiados na areia, o vento contra o rosto e uma certeza – certamente passageira – de que a vida é isso.

no ceará não tem disso não!

Arquivado em: generalidades — by caroline @ 8:35 pm

coisas que só acontecem na “terra do sol” (quente): no mesmo restaurante são servidos rodízios de tapioca, pizza e sushi! detalhe: a decoração do local une – mistura ou confunde, já não sei - caribe e sertão ao som das músicas francesa, latina e africana. uma loucura, mas tudo no capricho. é o ceará globalizado ou seria a globalização cearense?!

Maio 22, 2008

todos os dias, toda manhã

Arquivado em: generalidades — by caroline @ 3:12 pm

tem coisas nessa vida que eu, definitivamente, não entendo. por exemplo, porque a solidão agrada a algumas pessoas – e não falo aqui de “momentos sozinhos”, desses todos nós precisamos.

tem outras coisas que eu, sinceramente, prefiro não entender, que é justamente o oposto do que acabei de falar: por que tem gente que não consegue ficar sozinha?

tem uma coisa que eu, por mais esforço que faça, jamais compreenderei: a complexidade do ser humano - incluindo aí todas as suas contradições legítimas.

nisso tudo, só uma coisa é certa: encontrar o equilíbrio é o caminho mais saudável. mas como disso ninguém é capaz, preferimos continuar assim, fingindo a busca pelo “graal” nosso de cada dia.     

Maio 21, 2008

ô abre alas que eu quero passar!

Arquivado em: generalidades — by caroline @ 2:51 am

a partir de hoje - e durante todo o próximo mês - os geminianos dominarão o mundo! s-o-c-o-r-r-o!   

Maio 20, 2008

qual é a sua terra?

Arquivado em: generalidades — by caroline @ 12:23 am

no mundo virtual – ou no real? - é possível encontrar de um, tudo. afinal de contas, que diabos de placa é essa, meu deus? 

Maio 18, 2008

memórias de copacabana

Arquivado em: generalidades — by caroline @ 4:13 pm

quando morei em copacabana (não engana) a imagem da terceira idade que guardei era a de uma velhice feliz e saudável - no melhor estilo ”senhorinhas de biquíni e vovôzinhos de sunga”. arriscaria dizer que nesse cenário existia um clima ao mesmo tempo de mistério e contravenção, do tipo cigarro e jogatina em casa, num ócio compartilhado com os amigos. pois em laranjeiras percebo um outro estilo de velhinhos e velhinhas, agora daqueles que vão à missa e que rezam pela loucura em que se transformou esta vida “maledeta”. pois bem, quase todos os dias leio um informativo afixado no elevador revelando o óbito de mais um deles - o que não acontecia em copa. lamento todas as perdas, apesar de não tê-los conhecido. e penso sempre: será que existe alguma relação direta entre o mar e a vida?      

Maio 17, 2008

efeito borboleta

Arquivado em: generalidades — by caroline @ 1:02 am

da teoria do caos: às vezes, uma decisão, uma atitude ou uma escolha, aparentemente simples, desencadeiam um processo inimaginável em nós mesmos e/ou nos outros. mas é o risco que corremos: um detalhe, e tudo muda. o importante é estarmos preparados para essas grandes mudanças – mas nós nunca estamos.         

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