o final dos anos 70 estava recheado de personagens bizarros, freaks & afins, como todos sabem. mas o caso que sempre me pareceu o supra-sumo do mistério (e conseqüentemente o mais grave) era o do tattoo, da “ilha da fantasia”, aquele anãozinho de jardim quase japonês e tão carismático! bom, mas ainda assim, apesar de toda a estranheza da época, quem nunca quis ser uma das panteras que atire a primeira pedra.
sabe carol, vc que seu imaginário de anão continua fértil… estou ansiosa para le mais sobre… já te falei do romance auto-da-fé, do canetti, lá tem um anao…. beijos chica!
Comment por ez — Maio 23, 2008 @ 12:16 pm |